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Abstract:
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Este artigo problematiza alguns processos de gestão democrática em escolas estaduais do Rio Grande do Sul. Com inspiração analítica em Libâneo; Oliveira e Toschi (2012), Lück (2009), Paro (2003; 1992) e Freire (2000), descrevem-se os modos de investidura nos cargos de direção escolar de 24 escolas públicas estaduais e apresentam-se os desafios vivenciados pelos(as) diretores(as) no exercício de sua função. Com isso, busca-se responder a questão: De que modo a gestão escolar tem se constituído em escolas públicas estaduais, considerando mecanismos democráticos
de participação? Assim, no exercício analítico oportunizado por esta pesquisa, mostra-se que a gestão democrática é importante no espaço escolar em todos os seus aspectos, uma vez que oportuniza e dá condições para que a comunidade escolar elabore, se engaje e avalie objetivos e ações em vista do bem comum. Em relação às eleições para diretores, a pesquisa verifica que a grande parte das escolas estaduais não têm professores nomeados suficientes para candidatar-se e concorrer às eleições e, portanto, a grande maioria dos(as) diretores(as) são indicações da mantenedora. |