<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel rdf:about="https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2373">
<title>Agroecologia</title>
<link>https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2373</link>
<description/>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2582"/>
<rdf:li rdf:resource="https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2581"/>
<rdf:li rdf:resource="https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2579"/>
<rdf:li rdf:resource="https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2578"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-06-04T14:01:45Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2582">
<title>Beco do Pesqueiro: organização social diante de conflitos socioambientais</title>
<link>https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2582</link>
<description>Beco do Pesqueiro: organização social diante de conflitos socioambientais
Citadin, Iliete Aparecida; Zaro, Zadelene
Foi realizado com base no método da Pesquisa-ação e desenvolveu-se em duas fases, sendo a primeira voltada para a criação de grupo de trabalho – GT do PAT, envolvendo as pesquisadoras e moradores(as) do território pesquisado. Por meio da aplicação de metodologias participativas o GT do PAT definiu o problema de pesquisa, sendo ele, a “dificuldade de agregar grupos comunitários em torno de pautas comuns”. Na segunda fase, foram desenvolvidas ações voltadas ao fortalecimento de laços comunitários e realizadas entrevistas junto a moradores(as) a fim de identificar vínculos de pertencimento, posicionamentos frente a ameaças aos modos de vida presentes ao território e potenciais, ou atuais, aproximações à agroecologia. O território do Beco do Pesqueiro, situado na Macrozona Rural de Itapuã, município de Viamão, vem sendo foco de projetos econômicos de alto impacto socioambiental que o inserem na longa trajetória de hegemonia do modo de exploração predatória e espoliação a que são submetidos os povos latino-americanos, no longo processo de colonização. Este modo de desenvolvimento, que tem sido descrito por autores como Eduardo Galeano e Malcom Ferdinand como tempestades, se abate sobre as comunidades, numa relação de mútua sustentação entre os poderes políticos e econômicos. Ao longo de seu percurso, tal dinâmica se chocou com as múltiplas formas de organização dos diversos povos aqui presentes e suas formas de resistência. Assim, o presente trabalho se propõe a contribuir para o processo produção e afirmação de racionalidades contra-hegemônicas de setores populares, como é o caso da comunidade pesquisada.
</description>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2581">
<title>Educação popular, território e agroecologia: entrelaçamentos na periferia urbana de Porto Alegre, RS</title>
<link>https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2581</link>
<description>Educação popular, território e agroecologia: entrelaçamentos na periferia urbana de Porto Alegre, RS
Silva, Tomás Rech da
O presente trabalho compõe parte do ciclo de fechamento do curso de especialização em Agroecologia junto ao Instituto Federal do Rio Grande do Sul – Campus Viamão, e parte do incomodo gerado pelas vivências de uma educação padronizada junto à rede municipal de Porto Alegre. Com isso, buscamos investigar como os processos de usos coletivos de espaços públicos, a partir da educação ambiental (EA) – e suas territorialidades – estimulam e potencializam (ou não) a constituição de ambientes de aprendizagem e o diálogo entre os movimentos populares e a educação formal. Procuraremos compreender como as territorialidades podem tecer novas costuras espaciais enquanto aberturas pedagógicas para a cidadania e outros modos de r-existir. Nesse sentido, valendo-se das experiências e narrativas vivenciadas pelo autor enquanto educador ambiental da rede municipal de ensino de Porto Alegre desde 2017, destacaremos como as interseccionalidades e os saberes que compõem os indivíduos e as coletividades de duas comunidades de periferia de Porto Alegre se constituem no espaço, simbólica e materialmente, e como podem ser proponentes e partícipes de um projeto pedagógico dissidente, entrelaçando a educação formal/escolar, e não formal/comunitária. No itinerário de construção de uma educação ambiental popular “territoriocentrada”, buscaremos caminhar à luz das perspectivas da geografia humana crítica em diálogo com o pensamento decolonial, a ecologia política e a justiça epistêmica, que projete a educação libertadora para além dos muros da escola nas comunidades periferizadas. Tratamos aqui, portanto, o território-periferia-urbana enquanto uma “minoria” de análise socioespacial de onde germinam múltiplas geograficidades e por onde extravasa a dupla fratura da modernidade/colonialidade, a questão ecológica e a questão racial, e que pode dar substância às práxis engajadas, intencionais e transformadoras, da agroecologia.
</description>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2579">
<title>Indicadores agroecológicos relacionados à produção de cerveja artesanal -  um estudo de caso na Zapata Cervejaria Rural em Viamão e região metropolitana de Porto Alegre</title>
<link>https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2579</link>
<description>Indicadores agroecológicos relacionados à produção de cerveja artesanal -  um estudo de caso na Zapata Cervejaria Rural em Viamão e região metropolitana de Porto Alegre
Paula, Filipe Araujo de
O presente trabalho tem como objetivo avaliar a aplicação de indicadores agroecológicos na produção de cerveja artesanal, a partir de um estudo de caso da Zapata Cervejaria Rural, situada na zona rural de Viamão, no Rio Grande do Sul. A pesquisa parte da compreensão da agroecologia como uma proposta integradora de ciência, prática e movimento social, comprometida com sistemas produtivos sustentáveis, justos e resilientes. Nesse contexto, a produção artesanal de cerveja é analisada não apenas sob o ponto de vista técnico, mas também como prática cultural, política e ecológica, capaz de promover transformação social e valorização do território. A Zapata Cervejaria Rural é uma microcervejaria inserida em um sítio agroecológico com base na permacultura, que incorpora práticas como uso de energia solar, compostagem, sistemas agroflorestais, turismo rural e valorização de insumos locais. As cervejas produzidas expressam o terroir da região e são elaboradas com ingredientes, quando possível, cultivados localmente ou obtidos de forma sustentável. A metodologia adotada no trabalho articula ferramentas como MESMIS, MEMIs, SAFA e REAgroec, que permitem mensurar dimensões ecológicas, sociais, econômicas e culturais da sustentabilidade. O estudo também aborda os desafios enfrentados por microcervejarias comprometidas com a agroecologia, como a dificuldade de acesso a insumos orgânicos (malte e lúpulo), os altos custos de produção e a pouca valorização de práticas sustentáveis pelo mercado consumidor. Ainda assim, destaca-se o potencial de uso de frutas nativas, ervas e outros ingredientes regionais, fortalecendo a identidade local e promovendo a biodiversidade. Além disso, a representatividade de grupos historicamente marginalizados, como mulheres, povos originários e quilombolas, é incorporada como princípio fundamental da agroecologia, conferindo ao empreendimento um caráter transformador. Por fim, o trabalho aponta que, embora a existência de uma cervejaria 100% agroecológica ainda enfrente obstáculos estruturais, iniciativas como a Zapata demonstram a viabilidade e relevância de modelos produtivos em transição, que articulam sustentabilidade ambiental, justiça social e inovação rural, contribuindo para um futuro mais justo e regenerativo.
</description>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2578">
<title>A experiência da produção de tomate orgânico para agroindústria no assentamento Filhos de Sepé safra 2023/2025 – Viamão</title>
<link>https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2578</link>
<description>A experiência da produção de tomate orgânico para agroindústria no assentamento Filhos de Sepé safra 2023/2025 – Viamão
Souza, Gladimir Ramos de
O presente trabalho teve como objetivo descrever a experiência de produzir tomate orgânico rasteiro no Assentamento Filhos de Sepé, Viamão. Será descrito o que foi realizado desde o início do projeto, desde os primeiros contatos com os produtores do Assentamento interessados em produzir para a Cooperativa, e nos demandaram, enquanto extensionistas da Emater/RSAscar, ajuda na parte técnica, para terem suporte e referências na condução das lavouras do plantio à colheita. O interessante nesse projeto é que as necessidades foram aparecendo durante o processo e que, de forma coletiva, eram tomadas as decisões de como proceder para alcançar os objetivos. Um exemplo desse 'crescer coletivo' está relacionado ao uso da Homeopatia nas lavouras de tomate orgânico rasteiro. Após uma explanação sobre a Homeopatia como ferramenta no fortalecimento das plantas e controle de pragas e doenças, repassada durante a primeira capacitação que ocorreu no galpão de um assentado, no final da atividade de um dia, o grupo demandou para a ATER uma oficina de homeopatia, orientando para ser aplicada nas lavouras que (estavam para ser) plantadas, na época, nas próximas semanas. Descreveremos também as técnicas usadas nas lavouras, como o Sistema Plantio Direto de Hortaliças (SPDH), que está ganhando corpo no Assentamento, indo para o terceiro ano de uso, enquanto em Santa Catarina já é utilizada há mais de 20 anos, sendo referência para todo o mundo como modelo de sustentabilidade, conservação de solos e manutenção do meio ambiente. Por fim, serão analisados os fatores principais responsáveis pelo sucesso e continuidade do projeto que está indo para o terceiro ano, na safra 2025/2026.
</description>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
